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considera que seu coração seja sem pecado. Sua característica essencial é crer que, mediante a Palavra, o Senhor lhe concede poder para vencer o pecado. Também teme ofender a Deus e mantém sua consciência limpa. “... procuro sempre conservar minha consciência limpa diante de Deus e dos homens.” (Atos 24.16). Ao perceber que ofendeu a Deus ou ao próximo, arrepende-se e imediatamente pede perdão, confessando particularmente pecado a pecado. Não racionaliza, buscando desculpar seu costume, contrário a qualquer orientação bíblica. Mantém uma relação pessoal, íntima, experimental com o Salvador e vigia constantemente a fim de que a maldade do próprio ego não venha a se manifestar nele novamente: ‘se eu agisse assim, que impressão o meu próximo teria de meu Instrutor?’ Antes de tudo: humildade! Eis o que Paulo - um ‘terra boa’ - pensava de si próprio: “... Cristo veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal.” “A mim, o menor de todos os santos ...” “... considerando cada um os outros superiores a si mesmo.” “não sou digno se ser chamado apóstolo” (1 Tim. 1.15; Efésios 3.8; Filip. 2.3; 1 Cor. 15.9). A pessoa humilde não se considera necessária ou mesmo digna de pertencer à sua família, nem à sua igreja e nem de sua função ou trabalho. O crente, tipo ‘terra boa’, não está ciente de ser ‘terra boa’. Ele mesmo não se considera assim; antes considera- |
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