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interior, os fogos dos desejos e das emoções não foram, de fato, apagados! Não houve real vitória! É, portanto, um método ineficiente.

Apenas teoria é insuficiente!

O homem torna-se realmente vitorioso apenas quando o fogo interior for extinto. Se isso acontecer - e quando, efetivamente, acontecer - é que ele obedece de coração.

Conhece você alguém que freqüenta com sinceridade uma igreja, ora com singeleza de coração, estuda e medita sobre a Palavra de Deus, e, mesmo assim, continua, por exemplo, com o estopim curto’? Ele é sincero em sua crença; mas, por desconhecer o ‘poder do evangelho’, seu gênio mostra-se ainda irritadiço, incontrolável, irascível. É ainda um infeliz, pois.

Por não saber como evitá-lo, mesmo sem querer, facilmente se irrita com os da sua família; e pratica outros atos ofensivos a Deus, ao próximo ou a si próprio. Em sua vida, vemos que Rom. 6.12 ainda não está se cumprindo: “Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, de maneira que obedeçais às suas paixões.” Por não ter aprendido a introduzir o ’fermento nas três medidas de farinha’, não progrediu na sua conversão. É ainda um joguete nas mãos do inimigo, que o controla como deseja.

Quando o ‘fermento divino’ opera em nosso coração, as nossas tendências ao mal, herdadas e/ou cultivadas, são subjugadas naturalmente. Ele regula a nossa vontade, os nossos sentimentos, desejos e impulsos. Torna a nossa índole dócil e amável a todos.

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