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a) Esvaziou-Se de Sua onipotência. Por um lado, Jesus afirmou que “Por Mim mesmo, nada posso fazer” (João 5.30), e, por outro: “Para Deus tudo é possível (Marcos 10.27). Logo, Ele esvaziou-Se de Sua onipotência divina a fim de viver entre nós.

b) Esvaziou-Se de Sua onisciência. Lemos em Lucas 2.52: “E crescia Jesus em sabedoria ...”. Se Ele não tivesse Se esvaziado de Sua onisciência divina, nunca teria tido necessidade de crescer em sabedoria. Cristo confessou que não era onisciente. “A respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão somente o Pai.” (Mat. 24.36).

c) Esvaziou-Se de Sua onipresença: Como homem estava limitado a estar em apenas um lugar, por vez. Ele disse: ‘ Convém que Eu vá ...’ (João 16.7). Se estivesse Se considerando onipresente, assim não teria falado.

Suas qualificações e atributos como Deus foram voluntariamente postos de lado, a fim de poder viver como um de nós. A Divindade permaneceu imanente19 na natureza humana pecaminosa: Jesus é ‘ Emanuel (que quer dizer: Deus conosco)’! (Mateus 1.23).

Tendo-Se esvaziado de Sua onipotência, de

 

19 Imanente: que existe sempre em um dado objeto e inseparável dele. (Dic. Aurélio).

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