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Se alguém, inconscientemente, tem o hábito de praticar o mal, como o nosso justo Deus o consideraria indigno de Sua confiança? Se alguém, conscientemente, tem o hábito de fazer algo, sabendo que é contrário à vontade do Senhor, como poderia ser julgado digno de Sua confiança? Nesse caso, condenar-se-ia à segunda morte, a menos que aceite o perdão ‘ em Cristo’, conforme veremos adiante. Conclusões das duas correntes: 18 Perfeição moral: Impossível. É impossível termos ‘ óleo na vasilha’. Justificação pela Fé: Justiça imputada: Deus tão somente nos declarando justos. Cristo - teria assumido ‘ carne santa’. Pecado como natureza. Perfeição moral: Possível. É possível termos ‘óleo na vasilha’ (Mateus 25.4). Justificação pela fé: Justiça pela fé imputada e comunicada. Cristo - caráter impecável em natureza humana pecaminosa. Pecado como escolha.
Vamos orar? “Querido Pai Celestial, muito obrigado por me teres ensinado a diagnosticar corretamente a minha doença espiritual. Em nome de Jesus. Amém.”
18 Dennis E. Priebe, Face To Face With The Real Gospel, final do capítulo 1. Adaptado. |
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