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colocou Seus braços de amor ao redor de nosso corpo deformado pelo pecado, encostou Seu rosto perdoador junto ao nosso e sussurrou: ... com amor eterno Eu te amei, por isso com benignidade te atraí. (Jeremias 31.3). Acaso pode uma mulher esquecer-se do filho que ainda mama, de sorte que não se compadeça do filho do seu ventre? Mas ainda que esta viesse a se esquecer dele, Eu, todavia, não Me esquecerei de ti. Eis que nas palmas das Minhas mãos te gravei ... (Isaías 49.15-16). * Demonstrando-nos um amor, deveras profundo e verdadeiro, fez-Se nosso advogado e nos desculpou dizendo: ... Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem ... (Lucas 23.34). Deus odeia o pecado, mas sempre ama o pecador, Seu filho. Sempre! Sim, sempre! Sim, eu amo esta cruz! Jesus nunca está de mal conosco; pelo contrário, nos dá vida, luz, ar e alimento. Diariamente, os providencia com Sua cruz ensangüentada, que se acha estampada em cada bocado que comemos, refletida em cada copo dágua que bebemos, misturada com o ar que respiramos. Tão sincero é Ele conosco, que nos mostra a perigosa realidade, em que nos encontramos. Permitirá você que o Espírito Santo o conduza a Jesus? Está disposto a conhecer, mais profundamente, a Sua solução para o nosso caso? Ore conosco: Querido Pai Celestial, muito obrigado por teres dado à raça humana o segundo Adão, no Qual firmaste toda a minha confiança. Em nome de Jesus. Amém. * Gleenn A. Coon, La senda al Corazon, págs. 126-127, adaptado. |
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