|
CONSIDERE: Se você fosse o único cristão que ... Jesus voltaria logo? “Como a
instrução de Jesus aos apóstolos estava chegando ao fim, e como a hora de
Sua separação deles se aproximava, Ele, mais definitivamente, dirigiu suas
mentes à obra do Espírito de
Deus, em habilitá-los para sua missão.
Por meio de um relacionamento familiar [Jesus com eles, por 3.1/2 anos], Ele lhes iluminou as mentes para
entenderem as verdades sublimes que deveriam revelar ao mundo. Mas seu trabalho não
deveria ser empreendido antes de serem imbuídos, pelo batismo do
Espírito Santo, da certeza [segurança, firmeza] de que estavam
conectados com o
Céu. “Foram-lhes prometidas nova coragem e alegria
através da divina iluminação, que deveriam experimentar, e que deveria habilitá-los a compreenderem a profundidade e
amplitude e abundância do amor de Deus. “Sendo
capacitados para
sua missão, pela descida do Espírito Santo, os discípulos
deveriam proclamar o perdão para pecado, e a salvação por arrependimento,
e os méritos de um Salvador crucificado e ressuscitado, e revelar os
princípios do reino de Cristo
[deveriam, então, dar um estudo bíblico!], começando em Jerusalém, e
dali estender seus trabalhos ao longo de Judéia, e Samaria, e finalmente
para as demais partes da terra. “Aqui
existe uma lição para todos os que têm uma mensagem de verdade para dar ao
mundo: os próprios corações
deles devem primeiramente ser saturados
com o Espírito de Deus, e seus trabalhos deveriam começar em
casa; suas famílias deveriam ter o benefício da influência
deles; e deveria ser
demonstrado o poder transformador do Espírito de Deus nas suas próprias
casas, por uma família bem-disciplinada.
“Então
o círculo deveria se alargar; o bairro inteiro [a vizinhança] deveria perceber o interesse sentido
pela salvação deles, e a luz da verdade deveria ser
apresentada fielmente a eles; porque a salvação
deles [dos vizinhos] é de tanta importância
quanto à salvação de pessoas distantes.
“Do
bairro imediato, e cidades e
vilas adjacentes, o círculo dos trabalhos dos servos de Deus
deveria se alargar, até que a mensagem da verdade seja levada
[dada] às demais regiões da terra. “Esta
foi a ordem que Cristo instituiu
para os trabalhos dos Seus discípulos; mas é freqüentemente invertida pelos
obreiros evangélicos [evangelistas! Nós também?!] deste tempo. Eles negligenciam o
círculo próximo [interno, íntimo]; não é sentido
[compreendido] como uma necessidade que
a urgente influência do Espírito de Deus deva operar primeiramente
nos seus próprios corações, e santificar e enobrecer as vidas
deles. “Os
deveres mais simples, que se acham precisamente no seu caminho, são
negligenciados em favor de algum campo maior e mais distante, onde
seus esforços freqüentemente são feitos em vão.
“Considerando que em um campo de
mais fácil acesso seriam bem-sucedidos, e que encontrariam menos
dificuldades, obtendo influência e nova coragem à medida que o caminho se
abre e se alarga ante eles.
“Os
apóstolos poderiam ter considerado com o Senhor que, devido aos
depreciados esforços que tinham sido feitos em Jerusalém, e a insultuosa e
cruel morte à qual Cristo tinha-Se sujeitado, poderia ser-lhes permitido
buscar um campo mais promissor, onde achariam corações mais prontos para
ouvir e receber a mensagem deles. Mas nenhum tal pedido [solicitação, argumento] foi feito. Jesus era o diretor
exclusivo do trabalho. “O
próprio chão, onde o Maior de todos os mestres tinha espalhado as sementes
de verdade, devia ser completamente cultivado pelos apóstolos até que
essas sementes germinassem e rendessem uma abundante colheita. “Nos
seus trabalhos, os discípulos deveriam suportar o ódio, opressão, e ciúme
dos judeus; mas isso tinha sido experimentado pelo seu Mestre antes deles,
e não deveriam se esquivar disso.
... “Os apóstolos não foram enviados a
serem testemunhas para Cristo antes de receberem
aquele dom espiritual, necessário para os
habilitarem à execução de sua grande comissão. Todas as
profissões de Cristianismo não são mais que inanimadas expressões de fé,
até que Jesus sature o crente
com Sua vida espiritual, que é o Espírito Santo.
“O
evangelista [você, eu, nós!] não está preparado para ensinar a
verdade, e ser o representante de Cristo, antes que receba este
presente divino.” (The Spirit
of Prophecy, vol. 3, pág. 241, 1878 –
traduzido por O. Z.). “Podemos
estar certos de que, quando o Espírito Santo for derramado, os que não
receberam nem apreciaram a chuva temporã, não verão
nem compreenderão o valor da chuva serôdia.”
TM, pág.
399. “Muitos têm, em grande medida,
deixado de receber a chuva
temporã. Não têm obtido todos os benefícios que Deus assim para
eles tem provido. Esperam que
as falhas sejam supridas pela chuva serôdia. Quando a maior
abundância da graça estiver para ser outorgada, esperam poder abrir o
coração para recebê-la. Estão
cometendo um erro terrível.
“O
trabalho que Deus começou no coração humano mediante Sua luz e
conhecimento, deve estar continuamente avançando.
Cada indivíduo deve estar
cônscio de sua própria necessidade. Deve o coração ser
esvaziado de toda a mancha, purificado para habitação do Espírito. “Foi pela confissão e
pelo abandono do
pecado, por meio de fervorosa oração e da entrega pessoal a
Deus, que os primeiros discípulos se prepararam para o derramamento
do Espírito Santo no dia de Pentecoste. “O mesmo trabalho, só que
em grau mais elevado, deve ser feito agora. Então o agente
humano apenas teve de pedir a
bênção e esperar que o Senhor aperfeiçoasse a obra a seu
respeito. Foi Deus quem começou a obra, e Ele terminará Sua obra, tornando
o homem completo em
Jesus Cristo. “Mas não
se deve negligenciar a graça representada pela chuva temporã. Só
os que estiverem vivendo
de acordo com a luz que têm recebido poderão receber maior
luz. A não ser que nos
estejamos desenvolvendo diariamente na exemplificação das ativas virtudes
cristãs, não reconheceremos as manifestações do Espírito
Santo na chuva serôdia. Pode ser que ela esteja sendo
derramada nos corações ao nosso redor, mas nós não a
discerniremos nem a receberemos.” RH, 02.03.1897; TM 507. “Não é a grandeza do ato de
desobediência que constitui o pecado, mas a discordância com a
vontade expressa de Deus no mínimo particular; pois isto
mostra que ainda existe comunhão entre a alma e o pecado. O coração está
dividido em seu serviço. Há uma virtual negação de Deus, uma rebelião
contra as leis de Seu governo.” MDC 51. “Um pecado
acariciado é bastante para promover a degradação do
caráter e desviar a outros.” AA 312. “Não vos desanimeis quando vosso
coração vos parecer duro. Todo obstáculo, todo inimigo interno,
tão-somente aumenta vossa necessidade de Cristo. Ele veio para remover o
coração de pedra e dar-vos um coração de carne. Esperai dEle a graça especial para vencer vossas faltas
peculiares. “Quando assediados pela tentação, resisti
firmemente às insinuações do mal; dizei à vossa alma: ‘Como poderia eu
desonrar ao meu Redentor? Entreguei-me a Cristo; não posso fazer as obras
de Satanás.’ Clamai ao amado Salvador em busca de
auxílio [Como? Citando a
Palavra!] para sacrificar todo
ídolo e lançar fora todo pecado acariciado.
“Que os
olhos da fé vejam Jesus diante do trono do Pai, apresentando Suas mãos
feridas, enquanto intercede por vós. Crede que vos virá força por meio de
vosso precioso Salvador.” Mens. Jovens, 112. “E ninguém se lisonjeie de que o pecado
acariciado algum tempo pode ser deixado facilmente aos
poucos. Não acontece assim.[Como
devemos fazer, então? Deixá-lo de vez!]. Todo pecado
acariciado debilita o caráter e fortalece o hábito.” Mente,
Caráter, Personalidade, pág. 13. “Um pecado
acariciado pouco a pouco aviltará o caráter, levando todas
as suas faculdades mais nobres em sujeição ao ruim desejo. A remoção
de uma única salvaguarda da consciência, a condescendência com um mau
hábito sequer, o descuido das elevadas exigências do dever,
derribam as
defesas da alma, e abrem o caminho para entrar Satanás e
transviar-nos.”
PP
451-452. “Não fiqueis satisfeitos, pensando
que, no decorrer normal da estação, a chuva cairá. Pedi-a. O
crescimento e a perfeição da semente não repousam sobre o lavrador. Só
Deus pode amadurecer a colheita. Mas se exige a cooperação do
homem. A obra de Deus por nós exige a ação de nossa mente, o exercício
de nossa fé. Devemos buscar-Lhe os favores de todo o coração,
se queremos alcançar os chuveiros da
graça.” TM 508. “O Espírito aguarda nosso pedido e
recepção. Cristo deve ser revelado novamente em Sua plenitude pelo
poder do Espírito Santo.” PJ 121. “Assim pode ser agora. Ponham de
parte os cristãos toda dissensão, e entreguem-se a Deus para
a salvação dos perdidos. Com fé peçam a bênção prometida, e
virá.” Testemunhos Seletos, vol.
3, págs. 210 e 211. “Sente
ele de coração responsabilidade pela
salvação do próximo. Precisa de auxílio de Jesus. Que cuidado
deverá exercer no andar prudentemente, para que as suas orações não sejam
impedidas, para que nenhum pecado
acariciado o separe de Deus!” 3 TS
249. “A ligação a cada momento com o
Agente divino é essencial ao nosso progresso. Podemos ter tido uma
medida do Espírito de Deus, mas tanto pela oração como pela
fé devemos buscar continuamente mais do Espírito. Nunca dá
resultado cessarmos os nossos esforços. Se não progredirmos, se não nos
colocarmos na atitude em que tanto possamos receber a chuva temporã como a
serôdia, perderemos nossa
alma e a responsabilidade jazerá à nossa porta.”
E Recebereis Poder,
MM 1999, pág. 306. “Aqueles que desejam reformar a
outros devem começar a reforma
em seus próprios corações e revelar que adquiriram bondade e
singeleza de coração na escola de Cristo. Aqueles que têm
responsabilidade sobre outros devem aprender primeiramente a dominar-se a si mesmos,
refrear-se de expressões bruscas e censura exagerada.”
(Olhando para o
Alto, MM 1983, pág. 53). “Onde quer que estejamos, aonde
quer que vamos, Ele [O Espírito
Santo] sempre ali está, concedido
em lugar de Cristo, para agir por Ele. Está sempre à nossa mão direita,
para nos falar palavras amáveis e calmas; para apoiar, suster, erguer e
animar. A influência do Espírito
Santo é a vida de Cristo no coração. Esse Espírito atua em
todo aquele que recebe a Cristo, e por meio dEle.
Os que experimentam em si essa habitação do
Espírito revelam seus frutos: amor, alegria, paz,
longanimidade, benignidade, bondade, fé.” Review and Herald, 26 de
outubro de 1897. “Nem sempre é a mais brilhante
apresentação da verdade de Deus que convence e converte a alma. Não pela eloqüência ou
lógica é alcançado o coração dos homens, mas pela suave influência do
Espírito Santo, a qual opera silenciosa conquanto seguramente
na transformação e desenvolvimento do caráter.” PR 169. “Precisamos orar, mais do que nunca, pelo batismo do Espírito Santo.”
Carta 105,
1898. “Apelo aos membros da igreja em cada
cidade para que se apeguem ao Senhor com determinado empenho em favor do
batismo do Espírito Santo.” Carta
circular, 1910. Então, o que devemos fazer
INDIVIDUALMENTE? (a) Confessar ao Senhor as racionalizações, ‘desculpas’, pecados acariciados;
(b) Pedir-Lhe perdão; (c) Abandoná-los, renunciá-los; (d) Pedir-Lhe o
Espírito Santo, e ‘virá’; (e)
Dispor-se para fazer o trabalho. 1º)
Etapa: no próprio coração: fora com
o pecado! Receber diariamente, pelo batismo
do Espírito, a “certeza
[segurança, firmeza]
de que estavam
conectados com Céu”; 2º)
Etapa: na sua família
[individual]; 3º)
Etapa: estudos bíblicos – com os vizinhos [dupla]; 4º)
Etapa: estudos bíblicos – no seu bairro [duplas]! Etc.! |
||